Viver só cheira  bem quando cheira à liberdade, embora sabendo que o  bom  uso é que  nos levará mais longe e nos dará a chance de ir e vir nessa liberdade e criar atalhos para nos  recriarmos, pois a vida almeja que sejamos livres, principalmente de preconceitos, e que sejamos  grandes nas atitudes.
O “Nem tanto Nem tão pouco” já nos direciona ao equilíbrio. Assim, vamos tentando nos livrar das nossas  algemas  invisíveis, sabendo  também dizer não para nos livrarmos  do que certamente  nos derrubará  durante o caminho.
Sempre considerei que os extremos não prestam, pois pendemos para mais ou para menos e nos impedem de reconhecer o chão firme.  A grande jogada é viver com intimidade até o limite máximo da nossa liberdade e saber a hora de seguir e parar, se preciso, para não se perder, e depois seguir em frente outra vez com calculada ousadia e  se lançar na medida exata para garimpar num pedaço de chão novo e  promissor .
 O fato é que  sem um punhado de ousadia em determinados momentos da vida,  não teremos lembranças marcantes para ocupar nossos pensamentos num tempo do futuro quando seremos mais lembranças e menos acontecimentos.

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Ceiça Monteiro

Ceiça Monteiro - Acredito na força do pensamento e no poder das palavras, que precisam ser positivas para que nos tornemos mais iluminados.

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